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Na última quarta-feira, 18 de março de 2026, estive presente na Câmara Municipal de Valparaíso de Goiás em um momento que, na minha avaliação, entra para a história da cidade.

Participei da audiência pública que marcou o início da construção do Plano Municipal da Primeira Infância (PMPI) — um passo importante que coloca Valparaíso entre os poucos municípios do Entorno do DF que decidiram tratar o futuro com seriedade.
Um avanço que precisa ser reconhecido

Estar ali não foi apenas acompanhar um evento.
Foi presenciar um movimento concreto de planejamento.
Valparaíso se torna o 2º município do Entorno a avançar nesse tipo de política estruturada, o que demonstra um nível de organização que precisa ser valorizado.
Quando uma cidade decide olhar para a Primeira Infância, ela está, na prática, decidindo como será seu futuro.
O que me chamou atenção
Um ponto que considero essencial foi a presença integrada de diferentes áreas:
- Saúde
- Educação
- Assistência Social
- e a participação da comunidade
Isso mostra um caminho que sempre defendi:
política pública de verdade não funciona isolada.
Ela precisa de conexão.
O alerta que ouvi e que me preocupa
Durante a audiência, um dado me chamou muita atenção — e não pode ser ignorado:
“Nunca tivemos uma cobertura vacinal tão baixa como agora. Existe o risco do retorno de doenças já erradicadas no Brasil.”
Esse tipo de informação muda o nível da discussão.
Não estamos falando apenas de planejamento futuro.
Estamos falando de um problema atual, urgente e que exige resposta imediata.
Vacinação não é detalhe.
É prioridade.
O que pode mudar a partir daqui
O plano que começa a ser construído traz propostas importantes, como:
- ampliação do acesso à saúde desde o nascimento
- fortalecimento da vacinação infantil
- criação de espaços de lazer para famílias
- integração real entre políticas públicas
Mas faço um ponto importante:
nada disso terá valor se não sair do papel.
Minha leitura sobre esse momento

Saio dessa audiência com duas percepções claras:
A primeira: estamos avançando.
A segunda: o desafio está apenas começando.
Planejar é necessário.
Executar é indispensável.
Conclusão
Estar presente nesse momento reforçou algo que eu acredito:
o futuro de uma cidade não começa nas grandes obras.
Começa nas crianças.
E agora, mais do que nunca, será preciso acompanhar, cobrar e garantir que esse plano se transforme em realidade.
Porque participar é importante.
Mas garantir resultado é essencial.

